Sinopse
O Augusto Cardanha foi uma pessoa que não passou despercebida nesta vida.
Irascível e meigo, enorme e frágil, bruto como as pedras da sua terra quando calhava, mas, amigo, daqueles “que estão connosco e não abrem”.
Capaz de rir e chorar, sensível à música e ao mar, às coisa boas da vida, às diferenças, ao mundo que ia conhecendo.
Da introdução
O que se pretende nesta biografia é retratar o Homem e o Artista que, através de fotografias, trabalhos gráficos e obras artísticas, traduz a intensidade com que viveu todos os momentos. Grande parte do seu trabalho artístico atravessa o livro.
No inicio, apresenta-se a terra de origem, a família, os amigos, os animais de estimação.
Por meio de fotografias e telas do próprio Augusto Cardanha, acompanhadas de pequenos textos, a autora identifica e fala um pouco de cada uma das “personagens".
Depois, são dadas a conhecer ao leitor as viagens que fizeram e os “Sítios” que conheceram.
As fotos (quase todas elas tiradas por Augusto Cardanha) dão origem a pequenos textos de contextualização com indicações musicais, literárias e culinárias do que o Augusto ia descobrindo e que, para ele, se ia tornando importante.
Apresenta-se depois em “Trabalhos Vários”, grande parte da s/ criação artistica, composta por telas, pinturas, marcadores, etc.
Por fim, em “Os Últimos Tempos”, conhecemos um Homem que esteve vivo até ao último dia, 15 de Janeiro de 2009.
A obra inclui o livro “Luta, Luta Sempre – crónicas de um pasmado”, escrito pelo Augusto para informar os amigos sobre a sua doença,